Principais Cenários de Comércio Eletrônico:
B2B = Negócios entre empresas.
B2C = Negócios para o consumidor (lojas virtuais e consumidores).
Contratos Eletrônicos:
C2C = Negócios entre consumidores.
C2B = Banco de dados de pessoas físicas para empresas.
[Por Thaís Pereira]
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segunda-feira, 17 de novembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
B2C Web Intelligence
Embora o acesso à Internet exista há quase dez anos no Brasil, e o número de consumidores on-line aumente a cada ano, a grande maioria das empresas que operam com o sistema B2C (business to consumer) ainda não percebeu o quanto pode fazer a diferença possuir uma home page com conteúdo útil, gerando serviços diferenciados aos clientes e redução de custos operacionais, mesmo que a médio ou longo prazo. Casos de sucesso, competência e eficiência existem, mas ainda são raros, e geralmente restritos às grandes empresas e grupos corporativos.
Há dez anos provavelmente fazia sentido se deslocar de casa e encarar fila para comprar ingressos antecipados para shows, eventos culturais ou exibições esportivas, ou passagens para meios de transporte, simplesmente porque não existia um meio que facilitasse este processo. Hoje em dia, empresas inteligentes perceberam que é possível facilitar esta operação, de modo que o cliente adquira os ingressos ou as passagens diretamente de seu computador, no conforto de sua residência ou local de trabalho.
As companhias aéreas são excelentes exemplos de empresas inteligentes. Praticamente todas oferecem a possibilidade de reservar as passagens para uma data pré determinada, realizando o pagamento geralmente através de cartão de crédito, bastando apresentar o comprovante impresso da transação eletrônica no momento do embarque. Muitas, inclusive, oferecem preços inferiores para quem compra via Internet. Simples, rápido e eficiente. Em uma palavra: perfeito!
Já as companhias rodoviárias ainda não acordaram para a era digital. Muitas parecem possuir home page apenas por possuir, por diversos motivos. Hospedam suas páginas em provedores gratuitos, como HPG, Kit.net ou Geocities (isso poderá ser facilmente comprovado através de pesquisa em qualquer site de busca, como o Google). Algumas dessas páginas parecem ter sido feitas "pelo filho do dono da empresa", tamanho o amadorismo. É javascript perguntando o nome do visitante, como se isso realmente fosse necessário; são imagens piscando, como uma árvore de natal, uma belezinha. Conteúdo? Zero, ou quase isso, pois quase não faciltam a vida do visitante, e isso é válido para todas, mesmo para empresas que se preocuparam em registrar um domínio e contratar profissionais qualificados para a criação do site. Quando muito, apresentam um quadro com suas linhas e horários de partida. Possibilidade de adquirir a passagem pela web? Nem pensar!
Para a Grande São Paulo existe um site, antigamente chamado Passagem Expressa, e hoje com o nome Passagem em Domicílio, que presta um excelente serviço para quem precisa de passagens rodoviárias antecipadas, e não gostaria de sair de casa ou do trabalho para obte-las, muitas vezes enfrentando problemas como filas, congestionamento, e etc. Basta acessa-lo, escolher a linha e a companhia desejada, permitindo inclusive selecionar a localização da poltrona no interior do veículo, e pronto. Em alguns dias, as passagens serão entregues no local combinado, e somente então será efetuado o pagamento, que é equivalente ao preço da passagem, mais uma pequena taxa de entrega. Este site também é um exemplo de inteligência empresarial, pois oferece um sistema simples, barato e eficiente. Mas será mesmo necessário? Por que as próprias companhias rodoviárias não oferecem esse serviço? Qual é a dificuldade de se equivalerem às companhias aéreas em praticidade e eficiência?
Um caso similar é encontrado na venda de ingressos diversos. São raras as empresas que possuem um sistema próprio, capaz de baratear seus custos e facilitar a vida de seus clientes. Muitas, inclusive as grandes empresas do setor, como a Cinemark, oferecem a venda de ingressos baseadas em serviços intermediários. Nos sites ingresso.com.br e ingressofacil.com.br, é possível adquirir, antecipadamnte e por pequenas taxas adicionais, ingressos para futebol, cinema, teatro, eventos, parques e outros esportes. Novamente a observação e a pergunta: são serviços excelentes e inteligentes mas... serão mesmo necessários? Por que as empresas organizadoras dos eventos não oferecem esse serviço? Oferece-los não significa baratear custos e estreitar a relação com os clientes, oferecendo serviços diferenciados com competência e eficiência?
Ass: Breno de Aguiar
Há dez anos provavelmente fazia sentido se deslocar de casa e encarar fila para comprar ingressos antecipados para shows, eventos culturais ou exibições esportivas, ou passagens para meios de transporte, simplesmente porque não existia um meio que facilitasse este processo. Hoje em dia, empresas inteligentes perceberam que é possível facilitar esta operação, de modo que o cliente adquira os ingressos ou as passagens diretamente de seu computador, no conforto de sua residência ou local de trabalho.
As companhias aéreas são excelentes exemplos de empresas inteligentes. Praticamente todas oferecem a possibilidade de reservar as passagens para uma data pré determinada, realizando o pagamento geralmente através de cartão de crédito, bastando apresentar o comprovante impresso da transação eletrônica no momento do embarque. Muitas, inclusive, oferecem preços inferiores para quem compra via Internet. Simples, rápido e eficiente. Em uma palavra: perfeito!
Já as companhias rodoviárias ainda não acordaram para a era digital. Muitas parecem possuir home page apenas por possuir, por diversos motivos. Hospedam suas páginas em provedores gratuitos, como HPG, Kit.net ou Geocities (isso poderá ser facilmente comprovado através de pesquisa em qualquer site de busca, como o Google). Algumas dessas páginas parecem ter sido feitas "pelo filho do dono da empresa", tamanho o amadorismo. É javascript perguntando o nome do visitante, como se isso realmente fosse necessário; são imagens piscando, como uma árvore de natal, uma belezinha. Conteúdo? Zero, ou quase isso, pois quase não faciltam a vida do visitante, e isso é válido para todas, mesmo para empresas que se preocuparam em registrar um domínio e contratar profissionais qualificados para a criação do site. Quando muito, apresentam um quadro com suas linhas e horários de partida. Possibilidade de adquirir a passagem pela web? Nem pensar!
Para a Grande São Paulo existe um site, antigamente chamado Passagem Expressa, e hoje com o nome Passagem em Domicílio, que presta um excelente serviço para quem precisa de passagens rodoviárias antecipadas, e não gostaria de sair de casa ou do trabalho para obte-las, muitas vezes enfrentando problemas como filas, congestionamento, e etc. Basta acessa-lo, escolher a linha e a companhia desejada, permitindo inclusive selecionar a localização da poltrona no interior do veículo, e pronto. Em alguns dias, as passagens serão entregues no local combinado, e somente então será efetuado o pagamento, que é equivalente ao preço da passagem, mais uma pequena taxa de entrega. Este site também é um exemplo de inteligência empresarial, pois oferece um sistema simples, barato e eficiente. Mas será mesmo necessário? Por que as próprias companhias rodoviárias não oferecem esse serviço? Qual é a dificuldade de se equivalerem às companhias aéreas em praticidade e eficiência?
Um caso similar é encontrado na venda de ingressos diversos. São raras as empresas que possuem um sistema próprio, capaz de baratear seus custos e facilitar a vida de seus clientes. Muitas, inclusive as grandes empresas do setor, como a Cinemark, oferecem a venda de ingressos baseadas em serviços intermediários. Nos sites ingresso.com.br e ingressofacil.com.br, é possível adquirir, antecipadamnte e por pequenas taxas adicionais, ingressos para futebol, cinema, teatro, eventos, parques e outros esportes. Novamente a observação e a pergunta: são serviços excelentes e inteligentes mas... serão mesmo necessários? Por que as empresas organizadoras dos eventos não oferecem esse serviço? Oferece-los não significa baratear custos e estreitar a relação com os clientes, oferecendo serviços diferenciados com competência e eficiência?
Ass: Breno de Aguiar
O que é B2B ?
O Business-to-business (B2B) se tornou a linguagem dos negócios. Ele faz uso das tecnologias baseadas em Web para conduzir os negócios entre empresas. "Negócios" podem significar compra e venda ou também troca de informações. As Transações B2B podem ocorrer diretamente entre empresas ou através de uma terceira (intermediária) para ajudar a compatibilizar compradores e vendedores, reunidos em eMarketplaces.
Os Analistas (Forrester, Gartner, Morgan Stanley Dean Witter, Giga...) prevêem uma explosão nos números das transações B2B. No início de 2000 as transações B2B serão significantemente maiores que as transações business-to-consumer (B2C). Estatísticas mundiais prevêem que as transações B2B em 2003 estão na faixa de $1.5 trilhões a $3 trilhões (dólares). Um recente estudo feito pelo Gartner Group estima $2.7 trilhões (dólares) em vendas realizadas por transações B2B através de eMarketplaces em 2004. Em contraste apenas $500 bilhões (dólares) estão previstos para transações B2C nesse mesmo período. Nem todos os negócios são vendas diretas para o consumidor final. Você deve estar olhando para B2C (venda ao consumidor final) como uma linha secundária. B2B é o grande foco que afeta a todos os segmentos de mercado.
Ass: Breno de Aguiar
Os Analistas (Forrester, Gartner, Morgan Stanley Dean Witter, Giga...) prevêem uma explosão nos números das transações B2B. No início de 2000 as transações B2B serão significantemente maiores que as transações business-to-consumer (B2C). Estatísticas mundiais prevêem que as transações B2B em 2003 estão na faixa de $1.5 trilhões a $3 trilhões (dólares). Um recente estudo feito pelo Gartner Group estima $2.7 trilhões (dólares) em vendas realizadas por transações B2B através de eMarketplaces em 2004. Em contraste apenas $500 bilhões (dólares) estão previstos para transações B2C nesse mesmo período. Nem todos os negócios são vendas diretas para o consumidor final. Você deve estar olhando para B2C (venda ao consumidor final) como uma linha secundária. B2B é o grande foco que afeta a todos os segmentos de mercado.
Ass: Breno de Aguiar
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
"As cifras do e-commerce"
O sistema de e-commerce, ou comércio eletrônico representa uma fatia cada vez maior das compras realizadas no Brasil.REGGIANE, Lucia. As cifras do e-commerce. Revista Info, Agosto 2006. Págs. 46-53.
A sétima edição da pesquisa INFO 100 apontou as empresas que dominaram os negócios de B2C – Business to Commerce (diretos ao consumidor) e B2B – Business to Business (de empresa para empresa), no Brasil em 2005. O e-commerce vem crescendo aceleradamente desde 2004 e deverá atingir estabilidade após 2010. Com o avanço da tecnologia, a tendência é o e-commerce continuar crescendo.
A sétima edição da pesquisa INFO 100 apontou as empresas que dominaram os negócios de B2C – Business to Commerce (diretos ao consumidor) e B2B – Business to Business (de empresa para empresa), no Brasil em 2005. O e-commerce vem crescendo aceleradamente desde 2004 e deverá atingir estabilidade após 2010. Com o avanço da tecnologia, a tendência é o e-commerce continuar crescendo.
No ano de 2005, o faturamento com o e-commerce correspondeu a 81% das vendas da Gol, que liderou o ranking de B2C. Vice-líder foi a Visa Net. As empresas aéreas estão cada vez mais, aperfeiçoando os sistemas de relacionamento com o cliente, através até mesmo do envio de SMS para avisar horários de vôos, confirmar ou remarcar vôos, de acordo com a necessidade de cada um. A empresa Submarino é líder do varejo na internet com faturamento de U$ 245,2 milhões/2005. Ela investiu no sistema CRM – Customer Relationship Management (Gestão de Relacionamento com o Cliente), para entender melhor as necessidades de seus clientes, personalizando suas páginas.
A Petrobras foi a que mais faturou em 2005, em transações B2B: mais de U$ 45,3 bilhões, que corresponderam a 96% de sua receita. O segundo lugar ficou com a GM. A TV Globo ficou em 4º lugar no ranking das empresas que faturaram com o e-business.
O comércio eletrônico no Brasil é caracterizado por uma interface moderna e uma tecnologia de apoio clássica. A Microsoft, com o Windows, ainda é líder no segmento de softwares de e-commerce e e-business. Mas o Linux já vem ganhando espaço. Os bancos de dados são utilizados para armazenar informações de produtos e clientes. Telefone, chat online e VOIP são meios para estabelecer comunicação com o cliente, sendo o email o principal canal. Os boletos bancários predominam na hora de pagar. Existem várias tecnologias que garantem a segurança das transações, como firewall (porta de fogo contra os invasores), anti-spyware e certificação digital.
A pesquisa foi feita com base em questionários respondidos por 111 empresas que informaram o valor total de suas vendas online em 2005. Não entraram na pesquisa os Bancos.
O e-commerce e o e-business são ferramentas importantes para a empresa e para os clientes, pois reduzem custos, com segurança, confiabilidade e comodidade.
Os gestores com conhecimento dessa modalidade de negócio, que conseguirem aplicá-la nos planos estratégicos das empresas, utilizando-se de tecnologias adequadas às suas necessidades, conseguirão proporcionar um crescimento nas vendas das organizações e maior divulgação das mesmas.
Referências das imagens:
http://www.teclasbrasil.com.br/loja/images/estoque.jpg
http://www.teclasbrasil.com.br/loja/images/estoque.jpg
[Por Grupo da Empresa Simulada ECO Construções: Breno de Aguiar, Ellen Paula, Karina Campos, Michelle Oliveira, Soraya Regina e Thaís Pereira]
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